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Geral
4 de outubro de 2019
Marfim e Prefeitura negociam futuro da Rodoviária
Márcio Passos
Rodoviária de Monlevade tem futuro indefinido
A administração do Terminal Rodoviário de João Monlevade está com o futuro indefinido. O posto Marfim, atual concessionário do terminal, reclama dos prejuízos que vem sofrendo desde a saída da empresa Lopes & Filhos, responsável por metade do fluxo de passageiros, no início de setembro. A empresa já teria, inclusive, dado início ao processo jurídico de devolução da concessão ao município. Na manhã desta quarta-feira (2), a reportagem do A Notícia esteve na Estação Rodoviária, e encontrou apenas um passageiro solitário e nenhum ônibus.

Atualmente, apenas as empresas Gontijo, Caraça, Santos, Transprata e Unida mantêm guichê no terminal, o que, segundo o Marfim, torna a administração da Estação Rodoviária insustentável. O concessionário pede melhores condições de operação, sob risco de devolver a gestão do espaço ao poder concedente, que é a Prefeitura de João Monlevade. No local também foi construído um heliporto, mas que pode ser inviabilizado porque está sob uma rede elétrica e a retirada dela depende do entendimento entre as partes. .

Em agosto deste ano, o Executivo já havia aumentado a tarifa de embarque para R$0,66 para viagens de até 30 km; R$1,17 para viagens entre 30 e 70 km, e R$2,19 para viagens de mais de 70 km. Uma nova reunião deve ser feita entre o Marfim e o município para decidir o assunto.